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A VERDADEIRA HISTÓRIA DO QUEIJO COM A GOIABADA
Quantas vezes nos perguntamos como fazer para que as matérias curriculares possam nos trazer conhecimento e, ao mesmo tempo, prazer, divertimento, reflexão. Afinal de contas, poderemos no futuro, sermos obrigados a vasculhar a nossa memória em busca de tudo aquilo que aprendemos durante anos para prestar o vestibular ou até mesmo para conseguirmos uma colocação no mercado de trabalho.
Com o crescimento gradativo da industrialização e da concorrência entre as empresas, podemos observar que técnicas de produção se modificam constantemente, tornando-se necessária uma mão-de-obra criativa, não só para se adaptar às novas exigências, mas principalmente para criar novas técnicas e produtos. Com isso, se começa a discutir a importância da criatividade na formação escolar. Como conciliar então conhecimento, criatividade e prazer diante da nossa vida escolar? Algo impossível?
É uma pergunta que talvez só encontremos resposta, à medida que formos descobrindo ferramentas para mudar esse panorama e quem sabe, mudar a nossa história...
Talvez seja melhor contar uma historia... A do Queijo, rapaz cheio de ginga e da menina Goiabada. Ela, treze anos. Ele vinte e oito. E apaixonados!!! Amor impossível.
Conexão interrompida
A história desses dois parecia não ter horizonte. Era como se ela tivesse banda larga e ele somente conexão comum que caia a todo instante. Ela, a Goiabada, estava proibida de ver o famigerado Queijo que, além de mais velho, ou seja, com prazo vencido para a idade dela, era organizador de baladas[N1]. Assumir aquela relação, jamais. Juntar-se a ele era provocar uma indigestão familiar. Onde já se viu Queijo se misturar com Goiabada? Coisa salgada com coisa doce, jamais, jamais! Era assim que todo mundo pensava. Quase tão impossível quanto a história de se conciliar conhecimento e prazer na hora de estudar, de se fazer trabalhos... Mais impossível ainda se na semana de provas, acontecesse uma festa em que os nossos amigos mais próximos estivessem lá, agregados, juntos, se divertindo. Será? Será tão difícil unir reflexão e prazer ao mesmo tempo?
Trabalhando off-line
Goiabada, vigiada por um esquema rígido de segurança imposto pelos pais, não conseguia se encontrar com Queijo. A não ser nos horários de intervalo da escola. Ele, do lado de fora do colégio, vendendo passe escolar; ela oferecendo um pedaço do seu lanche de peito de peru a Queijo.
Só restavam aos dois se comunicarem pela internet. E quem foi que disse que o Queijo tinha internet? Dizia que não precisava desse tipo de coisa. Com ele era preto no branco, ou melhor, queijo no pão! Seria assim também a relação entre educação e teatro?
Acesso a uma página: www.educar.teatro
A sociedade atual passa, a cada instante, por profundas transformações. Para se constatar essa aceleração, basta apenas pensarmos na globalização, fenômeno que possibilita a integração – e também a desintegração – econômica, social e política de um país, de um local ou de uma cultura. Inevitável também não associarmos a essa velocidade, a internet, meio que nos dá acesso a um grande número de informações e facilidades.
Porém, como tudo na vida e, assim como na história de Queijo e Goiabada, há prós e contras. Se por um lado a tecnologia nos propicia comodidades, por outro ela nos força a conviver com um verdadeiro bombardeio de informações. É só pensarmos no nosso dia-a-dia: na televisão, aparece uma enxurrada de imagens; no trânsito, temos que ficar atento às placas de sinalização e aos alarmes sonoros das buzinas. Isso, sem contar que em um único dia, somos quase sempre obrigados a puxar pela memória uma série de informações imprescindíveis a esse mundo contemporâneo: acessar o nosso e-mail e lembrar a senha; lembrar o número de um celular de alguém. É tanta coisa a ser guardada em nossa winchester que tem hora que ela dá pau!
Mas o que isso tem a ver com a escola e com o teatro? Vamos ao primeiro ponto: a escola. Em um determinado estágio de nossa vida escolar, há um grande número de matérias e, conseqüentemente, de informações que precisam ser acumuladas em curto espaço de tempo. Como a oralidade é um dos recursos imprescindíveis a comunicação, na maioria das vezes os conteúdos ministrados pelos professores são transmitidos pela fala. Com isso nossa memória – ocupada ainda por um cem números de informações do dia-a-dia –, rouba espaço para armazenar informações que um dia poderão ser solicitadas.
E como o teatro pode nos auxiliar nessa tarefa? Vamos acessar então uma página que data mais de três séculos: “Não foi antes da metade do século XIX que o teatro, uma vez mais, começou a ter uma participação importante na educação. (...) Historicamente, a ressurreição do teatro na educação ocorreu quando as crianças da Rainha Vitória e do Príncipe Albert representaram Athalie e outras peças em suas línguas originais. A partir daí, tornou-se mais comum, em escolas secundárias, ajudar os estudos de língua através da representação de peças”.[N2]
Os relatos que existem em relação a essas experiências comprovaram que os alunos atingiam um melhor domínio de aprendizagem em línguas, em função de o teatro solicitar além da palavra, da expressão gestual e da expressão corporal, o exercício do raciocínio e da compreensão do que ora está sendo representado. “A arte faz ver a visão, faz falar a linguagem, faz ouvir a audição, faz sentir as mãos e o corpo, faz emergir o natural da Natureza, o cultural da cultura”.[3]
Pensando numa aplicação para os dias de hoje, por quê não utilizar o teatro para materializar o entendimento de um livro ou conto, ou de determinado capítulo da aula de História por meio de uma encenação, ou ainda, encenar conceitos de biologia? E o que ganha o aluno se apropriando dessa linguagem na aquisição de conteúdos? Para responder essas questões vamos abrir mais uma janela:
Salvar como...
Nos programas de computadores há sempre uma janela em que se encontra o ícone Salvar como... Como o próprio nome indica, serve para salvar arquivos. E como já dito anteriormente, em função desse mundo contemporâneo propagar informações e mudanças a cada segundo, torna-se quase que impossível encontrar espaço em nosso cérebro para guardar tantos dados e, que dirá os conteúdos que aprendemos em sala de aula. Então como salvar esses dados? Melhor guardá-los em disquetes ou em um disco rígido que oferece menos perigo de ser danificado?
Esse disco rígido pode ser o teatro – linguagem que reúne quase todas as outras expressões – pois, aquilo que é experimentado, materializado pelo corpo, pelo gesto e pela sonoridade, com certeza adquire espaço privilegiado em nossa memória.
Vamos a um exemplo prático disso? “Chutei a bola com tanta violência que a rede do gol se rasgou”. O que faria com que você melhor compreendesse essa sensação? Ler, dizer essa oração ou passar por essa experiência, representando-a? Com certeza será o último exemplo pois, a ação está sendo experimentada e percebida pela via corporal, sensorial e racional através da encenação. Assim pode ser o teatro na educação! Uma linguagem que, além de permitir uma melhor assimilação de conteúdos, pode ainda oferecer aos atuantes uma série de prazeres.
Enfim, chegamos ao prazer!!! Mas não vamos entrar naqueles sites pornográficos, eróticos. Nessas páginas há quase sempre há um hacker de plantão querendo destruir a nossa máquina com algum vírus... Vamos a um site de busca tentar encontrar ferramentas que o teatro oferece e que pode nos propiciar prazer.
Site de Busca
Por falar em busca, é tempo de férias e a Goiabada há mais de quinze dias não vê Queijo. Ela está inclusive perdendo peso, de tanta saudade. E para piorar a situação, os pais dela descobriram pelo decodificador de chamadas que ele, o Queijo, andou fazendo umas ligações a cobrar para a casa dela. Conclusão: tiraram o computador, o hamburger e o celular da menina.
Mas voltemos às buscas teatrais. Imaginemos que essa história do Queijo e da Goiabada seja um texto que faz parte aula de literatura. E em vez de apenas realizarmos uma interpretação nos moldes didáticos, por quê não fazer uma encenação dessa história?
Vários elementos já foram dados pelo texto. Dá para perceber, por exemplo que, a Goiabada parece pertencer a uma classe social elevada e que Queijo, ao vender passe escolar na frente da escola, talvez seja mais um dos tantos trabalhadores que vivem de atividades informais. Pode ser também que não. Seria ele um dos tantos marginais que, disfarçadamente estaria passando drogas aos alunos do colégio? Independente do final dessa história, uma coisa é certa. Estamos selecionando particularidades do conteúdo do texto e utilizando a nossa imaginação. Só que isso ainda está se operando apenas no campo racional. Imagine essas personagens sendo levadas ao palco!
Goiabada, por exemplo, seria uma espécie de “Patricinha”? Ela guarda em segredo esse amor por Queijo ou tem amigas no colégio que a ajudam a se aproximar dele? Como se comportam os pais de Goibada? Onde moram? Os seguranças que a acompanha são mal-encarados? E o Queijo – que no começo desse texto é apresentado como um sujeito cheio de ginga –, utiliza gírias quase sempre ao falar?
Com essas indagações iniciais e experimentado-as por meio de jogos teatrais[N4], estamos começando a preencher, sob a nossa interpretação, essas personagens pois, “A característica essencial do homem é a sua imaginação. É esta que o capacita a dominar seu meio de modo tal que ele supere as limitações de seu cérebro, de seu corpo e do universo material”. [N5]Em decorrência da criação, o homem aciona a ludicidade que, à medida que vai sendo experimentada, possibilita-lhe dominar o universo material e sensível. E com isso, o prazer!
Mas com quem jogar? Antes disso, precisamos agregar pessoas, como no ditirambo.
Vamos montar um grupo
Assim como na Internet, podemos montar um grupo de discussão. E nada mais propício do que o ambiente escolar para isso acontecer. Primeiro porque já existe um espaço físico e um ponto de encontro garantido com as pessoas que ali estudam. Por outro lado, porque pode ser por meio desse grupo que se consiga transformar o espaço da sala de aula – na maioria das vezes, igual e rotineiro – em processos de experimentação estética e reflexiva.
Para tanto, é essencial ter alguém que organize essas atividades. E se algum critério de seleção for cogitado para ser admitido no grupo, que seja então a heterogeneidade, a pluralidade de pensamentos pois, no processo teatral é essencial a força individual se potencializando em direção ao coletivo.
Falando em individual e coletivo, vamos a outro fato que diz respeito a um grupo: as características culturais e sócias que cada componente carrega. A primeira interpretação sobre a história de Queijo e Goiabada foi apresentada por mim. Mas no teatro, assim como na arte em geral, pode haver inúmeros pontos de vista sobre a mesma fábula. O texto apresentado ou criado pelos próprios alunos é apenas uma espécie de rede cheia de tramas que pede aos participantes a sua leitura diante do fato. Esse ponto de vista torna-se então um ato de consciência do indivíduo e, ao mesmo tempo, um ato social e histórico pois, o que será representado pelo atuante está diretamente ligado àquilo que ele pensa enquanto cidadão do seu tempo.
Voltemo-nos a um exemplo desse próprio texto que escrevo para localizar esse diálogo com o tempo em que vivemos. A história de Queijo e Goiabada não se assemelha aquela de Romeu e Julieta, de Shakespeare? Querendo dialogar com a atualidade, o que eu fiz enquanto criador foi dar ênfase na desigualdade social e financeira que os cerca, algo que para mim é latente em nosso país e que merece discussão.
Pensando por esse prisma, então podemos dizer que o processo teatral requer uma tomada de visão de mundo. E, à medida que solicita tal posicionamento, põe em prática uma tomada de consciência social e histórica do indivíduo, assim como possibilitar a ele rever e re-elaborar valores.
Observando essa relação tão próxima do teatro interferindo no caráter do homem, recorro a uma citação de Bertold Brecht[N6] que se encontra fundamentada no processo educacional através do teatro:
“Muitas vezes a gente esquece o quanto é teatral a educação do homem. A criança experimenta, muito antes de estar munida de argumentos, de forma totalmente teatral, como deve se portar. Quando acontece isto ou aquilo, é preciso rir. Ri quando não deve e não sabe bem por quê. Na maioria das vezes fica confusa quando perguntamos por que riu. E assim também chora com os outros. Não chora lágrimas apenas porque os adultos o fazem, mas sente também, ao chorar, sincero pesar. Isso se vê em enterros, cujo significado as crianças não apreendem. São processos teatrais que formam o caráter. O homem copia gestos, mímicas, falas. E as lágrimas surgem do pesar, mas também o pesar surge das lágrimas. O adulto não é diferente. Sua educação não pára nunca. Só os mortos não são transformados por seus iguais. Isso explica o significado do jogo teatral para a formação do caráter”.[N7]
Dessa reflexão, podemos perceber, entre outras coisas, que vivemos em busca de constante formação e mudanças. Aplicando esse ponto de vista para um assunto pertinente a todos de um grupo de teatro – no caso, a montagem de uma peça – naturalmente teremos também pontos de vista diferentes em relação ao assunto abordado. Como estamos lidando com arte, há espaço para se experimentar outras proposições que não somente aquelas que conhecemos ou acreditamos. “Um princípio fundamental nesse particular é trabalhar a consciência de que nada vem pronto e que não existe o determinismo histórico (coisa daquela música Gabriela: Eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivi assim... é assim que eu sou, Gabriéééla). Ninguém nasce assim! Ninguém está condenado a ser assim. Tudo pode ser construído, desconstruído e construído novamente”.[N8]
Dessa forma, um grupo que, a princípio se reúne para construir um produto estético, recebe por meio da criação desse produto, contribuições para a reformulação de pensamentos e visões de seus indivíduos.
Queijo_Goiabad@
Precisamos dar um desfecho para a vida desses dois. Como estou eu escrevendo solitariamente essa história, vou explicitar a minha visão de mundo apoiada numa realidade atual. Ele, o Queijo consegue alguns trocados e compra finalmente um computador. Abre um endereço eletrônico e se comunicam regularmente. Aconteceu! Os dois ficaram juntos. Porém, nessa comunicação mais constante eles não tomaram os cuidados necessários. Houve várias conexões e com o passar do tempo, Goiabada percebeu que seu sistema não andava bem. Sim, um vírus. E ele era a única pessoa com quem ela se relacionou. E ela que já vinha perdendo peso na época das férias, estava ficando mais magra ainda.
Sistema ligado!
Essa história que acabei de contar não tem final feliz, ou talvez tenha. Quem a leu ou quem a encenar, com certeza poderá interpretá-la de outra forma. Poderia eu estar apenas me referindo aos constantes vírus que se propagam na rede mundial de computadores. E a Goiabada estava mais magra porque não pensava em outra coisa, se não em Queijo. Mas se o leitor quiser travar um diálogo com o seu tempo, poderá também fazer uma referência a uma doença que assola o nosso tempo.
Desse panorama apresentado – seja ele fictício ou real – podemos perceber que no teatro e nas artes em geral, existe a possibilidade de se atravessar o tempo. Romeu e Julieta, uma história escrita na época da Renascença pode perfeitamente dialogar com fatos atuais. E isso só se dá quando acionamos nossa imaginação. Com ela, criamos múltiplas possibilidades de trajetos, de interpretações por meio do objeto artístico.
E por quê não acionar a nossa máquina criativa em benefício próprio? Se o teatro pode ser uma ferramenta a mais na apreensão de conteúdos, acionemo-lo! Trazendo-o ao nosso dia-a-dia escolar, estaremos criando proposições estéticas e aprofundando assuntos que antes eram apenas passados oralmente e com uma única visão, a do professor.
Embora o teatro desempenhe funções fundamentais na vida do aluno, é preciso salientar que essa linguagem quando aplicada no âmbito escolar, não tem a função de formar atores, mas a de desenvolver um processo que amplie tanto as possibilidades expressivas e imaginativas do indivíduo como sua capacidade de intervenção no mundo real.
Trabalhando por meio do teatro, estamos desenvolvendo a capacidade de interagir, de indicar proposições estéticas e ainda, de criar possibilidades de trocas afetivas e reflexivas. E por meio desse faz-de-conta, estamos aguçando a nossa percepção diante do do outro e de si mesmo.
Editar.Substituir
Vivenciar ou criar objetos estéticos – esse artigo-ficção, por exemplo – amplia a nossa capacidade de percepção. Ao produzi-lo, queria o tempo todo provocar um diálogo com quem o leria. Para tanto, procurei estabelecer uma relação com a atualidade, ou seja, usei terminologias ligadas ao universo eletrônico de nossos dias. Dessa empreitada digitei: off-line, internet, e-mail, winchester, site, sites, hacker e hambúrguer, palavras que não pertencem a nossa língua. Mereceria essa imensa quantidade de palavras, oriundas do inglês, uma reflexão sobre essa realidade globalizada em que vivemos?
Talvez tenhamos que prestar mais atenção ao que nos cerca e criarmos alternativas para não incorrermos nos mesmos erros, principalmente os históricos. Ficar ligado; propagar notícias por meio de endereços eletrônicos; armazenar informações em discos rígidos; construir páginas eletrônicas; proteger-se de profissionais do vírus e comer menos sanduíche de carne de minhoca pode ser uma alternativa. Há pouco mais de quinhentos anos estávamos sendo colonizados, dominados por forças que nos obrigavam à dependência econômica e cultural. Como alternativa imediata e, ao alcance de todos, precisamos editar ou substituir vícios – inclusive os lingüísticos.
Evill Rebouças
Notas:
N1: Sabe-se que os gregos, no século V antes de Cristo, tinham como hábito realizar festas em homenagem aos deuses. Um dos rituais mais celebrados era o ditirambo, um canto lírico para glorificar Dionísio – deus da fertilidade, do vinho e, posteriormente, do teatro. Manifestação de caráter popular, o ditirambo era interpretado e dançado e tinha uma função agregadora nessas comemorações.
Era composto por um coro – chamado de coreutas – e posteriormente destacou-se um corifeu. Sabe-se ainda que o ditirambo foi o primeiro registro de manifestação teatral no mundo ocidental.
N2: COURTNEY. Jogo, teatro e pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980, p. 41).
N3: CHAUÍ. Pedagogia Cidadã: Cadernos de formação: Artes. São Paulo: UNESP, Pró-reitoria de graduação, 2004, p. 19.
N4: Converse com o seu professor sobre alguns jogos teatrais ou jogos dramáticos que possibilitam trabalhos com personagens ou que envolvem a personificação.
Dentre os autores mais conhecidos, temos Viola Spolin e Augusto Boal .
N5: COURTNEY. Jogo, teatro e pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980, p. 3.
N6: Dramaturgo alemão que escreveu inúmeras peças de teatro, além de formular teorias a respeito do teatro enquanto ferramenta pedagógica.
N7: BRECHT. Vale a pena falar sobre o teatro amador? (15, 433), apud KOUDELA, p. 20
N8: MATE. Pedagogia Cidadã: Cadernos de formação: Artes. São Paulo: UNESP, Pró-reitoria de graduação, 2004, p. 111.
Bibliografia
COURTNEY, Richard. Jogo, teatro e pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980.
CHAUÍ, Marilena e MATE, Alexandre. Pedagogia cidadã: Cadernos de formação. São Paulo: UNESP, Pró-reitoria de graduação, 2004.
BRECHT. Vale a pena falar sobre o teatro amador? (15, 433), apud KOUDELA: Brecht: um jogo de aprendizagem. São Paulo: Perspectiva, 1991, p. 20.